Saturday, September 27, 2025

Galgos

Será que galgar terreno tem a ver com os galgos ? 

Friday, September 26, 2025

Cores / Eras

Cada geração tem o seu próprio código cromático ! 

Os Baby Boomers (pessoas que nasceram entre o final da segunda Guerra Mundial e meados dos anos 60) e a geração X (nascidos entre 1965 e 1980) têm uma forte inclinação para paletas mais tradicionais, dominadas por tons neutros e pastel. A partir da década de 1970 essas paletas foram enriquecidas por tons da natureza: verdes, castanhos e vermelhos ferrugem.

A Geração Y - ou os Millennials - (nascidos entre 1980 e meados da década de 1990) cor-de-rosa millennial. Mais do que tonalidade, este tom pastel tornou-se emblemático durante a década de 2010 - símbolo de leveza, optimismo e, sobretudo, um desafio para as normas de género tradicionais.

Para a Geração Z (de 1995 a 2010), a primeira cor que se destacou foi um amarelo ousado, rapidamente apelidado de "Gen Z Yellow", que surgiu por volta de 2018 num contraste deliberado com o cor-de-rosa da geração anterior. Pouco depois o roxo entrou na mistura - há muito associado com o poder, com a criatividade e com a luta feminista, foi então reinterpretado como um símbolo da inclusão e expressão pessoal. Mais recentemente, o verde começou a conquistar terreno. Por um lado, tornou-se uma cor mobilizadora das preocupações ecológicas e no discurso político. Por outro lado, foi reinventado como um tom provocador, o brat green, popularizado em 2024 pela cantora britânica Charli XCX.

A Geração Alfa (a partir de 2010), que ainda vai nos seus primeiros anos, movimenta-se entre dois pólos: uma inclinação para tons mais naturais e reconfortantes, e uma imersão precoce nas cores mais saturadas e artificiais do mundo digital.

Falar sobre as cores das gerações é, por isso, uma ferramenta de descodificação. Para cada geração, as cores são mais do que a escolha estética: têm significado, são uma testemunha do tempo, fonte de emoção e uma linguagem partilhada que une os indivíduos ao espírito do seu tempo.

Por Sabine Ruaaud é professora de marketing na EDHEC Business School em França​, e Rose K. Bideaux estuda arte e estudos de género na Université Paris 8. In the P3 / The Conversation

Thursday, September 25, 2025

Relógios

Os relógios que atrasam não estão certos duas vezes por dia 

Thursday, September 18, 2025

Redford

Tinha 13 anos quando o vi em África. Recordo o meu fascínio de menino encantado, a ideia de que poderia ser como ele, aventureira solitário e idealista, bonito e sedutor, livre e ferozmente descomprometido. Vi-o a lavar o cabelo de uma mulher que se abandonou para que ele lhe arrebatasse a pele. Nunca tinha visto um homem assim, quase feminino sendo tão masculino, um homem que enlouquecia as mulheres por ser o que os outros não eram. Forte, mas romântico.

Caçador de leões, mas com uma indefinível doçura. Egocêntrico, mas disponível para olhar as estrelas. Eloquente, mas silencioso. A mulher bonita, casada e triste, a que se abandonou a uma promessa de felicidade, chamava-se Karen. E ele, o que na adolescência eu desejei ser, era Denys. Respondia por esse nome sem mais nada ser necessário, apelido, referências, amores passados ou perdas. Nada de nada, apenas um nome que para os gregos significa a "noite e o dia" ou o "céu e as águas", somente Denys. Custa a acreditar que morreu. Custa a crer que não tenha acordado ontem para tomar o pequeno-almoço na sua quinta em Utah, uns ovos mexidos com tostinhas gourmet que seriam levadas num tabuleiro à sua confortável cama de príncipe do cinema. O velho caçador de almas que eu há mil anos achei poder imitar, o senhor Robert Redford, um ícone que ontem não quis interromper o sonho em que, como por magia, voltara ao riacho onde um dia lavou o cabelo a uma mulher que ainda o espera numa África seguramente nossa.

Por Luís Osório, Escritor

Wednesday, September 17, 2025

África

Robert Redford & Meryl Streep, in Out of Africa

Thursday, September 11, 2025

Cor de Chuva

Muitas vezes, quando estou a misturar tintas azuis, vermelhas e pretas, sai-me um cinzento carregado que se chama o cinzento de Payne, em homenagem ao pintor que o inventou: William Payne, de 1760. O Payne's grey, disse o pintor de 1966, George Shaw, é a "cor da chuva inglesa".

Miguel Esteves Cardoso

Wednesday, September 10, 2025

Gray

Tuesday, September 02, 2025

Espreguiçar

Em espanhol, espreguiçar diz-se Estirar que significa esticar mas ninguém nota ! Nós dizemos algo como tirar a preguiça… ex preguiçar  : )